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MUSS Gaia suspende atividade

O MUSS – Movimente de Utentes dos Serviços de Saúde – Gaia 1 e Espinho/Gaia2 suspenderam temporariamente as suas funções. As razões, explicaram o presidente Castro Henriques e a coordenadora Rosa Novo, em comunicado, prendem-se com o “desinteresse dos utentes em formar comissões” e com a “falta de interesse de algumas comissões existentes em fazer voluntariamente o trabalho de uma comissão”. Os responsáveis apontam ainda como razões para a suspensão da atividade o “interesse de vários utentes em constituírem-se como associações com o intuito de pedido de subsídios” e o “total e absoluto desinteresse do MUSS Nacional” em reunir com o MUSS Gaia.

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MUSS aponta o dedo ao Ministro da Saúde

Em comunicado à imprensa, emitido a 18 de janeiro, o MUSS-Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde declarou que apesar de o Ministro da Saúde reconhecer que “as arbitrariedades da crise influenciam os cuidados de saúde em Portugal”, não observou “qualquer vontade” do mesmo “para ir ao fundo do problema no sentido de, por exemplo, eliminar as taxas moderadoras, repor os apoios ao transporte não urgente de doentes e à comparticipação em medicamentos, procurar diminuir as listas de espera para cirurgia e efetuar a cobertura total de médicos de família à população”.

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Fim de Semana Solidário de combate ao Cancro

Com o intuito de promover e obter donativos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a AJOVEM – Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de S. Félix da Marinha e os Voluntários S. Félixmarinhenses da Liga Portuguesa Contra o Cancro, vão promover o Fim de Semana Solidário em S. Félix da Marinha, que decorrerá nos dias de 7, 8 e 9 de setembro, pelas 21h00m, no Salão Paroquial Padre João Moreira.

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Programa Nacional quer reduzir em 25 por cento número de novas infeções VIH/SIDA

No âmbito do XI Congresso Nacional de Doenças Infeciosas e Microbiologia Clínica e do IX Congresso Nacional Sobre SIDA, que decorreram de 12 a 15 de dezembro, no Porto, o diretor do Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA, António Diniz, garantiu que pretende reduzir em 25 por cento o número de novas infeções nos próximos quatro anos. O responsável referiu que os objetivos passam por eliminar a transmissão da infeção por VIH de mãe para filho até 2016, reduzir de 65 para 35 por cento os diagnósticos tardios, e baixar em 50 por cento os números de novos casos de SIDA, bem como de mortes associadas à doença.

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