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Menezes desafia os da ”vaga de fundo” a darem a cara

Um subtil ataque a Rui Moreira e a todos aqueles que o criticam e que não têm coragem de entrar em campo, juntou-se a um farto elogio a todos os que serviram o Porto, enquanto presidentes de Câmara, citando um a um, incluindo Rui Rio. No passado sábado, ficou-se a conhecer as grandes ideias para um grande Porto que Luís Filipe Menezes pretende implementar, com todos, durante os próximos anos.

Cidadãos de todos os extractos sociais invadiram a Alfândega do Porto, no passado sábado, para ouvirem aquele que acreditam que será o próximo presidente do município do Porto, Luís Filipe Menezes. Ricardo Almeida, presidente da concelhia do Porto do PSD, foi o primeiro de uma extensa lista de intervenientes que elogiaram o candidato e que antecederam a sua intervenção. Uma intervenção onde fundiu diversas ideias avulso que vem ao longo dos últimos meses afirmando querer implementar no Porto. Um Porto que não pode crescer isolado e um Porto que não se limite às suas fronteiras geográficas.

“Proporei ao próximo presidente da Câmara de Gaia eleito que na próxima legislatura comecemos a fundir serviços e empresas, bem como a trabalhar conjuntamente em projetos estratégicos para construir, no prazo de quatro anos, a maior cidade de Portugal”, afirmou Menezes demonstrando a sua intenção de fundir o Porto com Gaia.

Apesar de o programa eleitoral só ser apresentado “no final da primavera”, o candidato deixou já uma mão cheia de projetos que passarão por tornar o Porto “o farol da inovação, do progresso e da coesão social”, prometendo um repovoamento da cidade, a construção de uma cidade social, a regeneração do património edificado, o reordenamento funcional do território, a captação de investimento, turismo permanente, a criação de uma nova cidadania de participação, a projeção internacional da universidade e centros de investigação e ainda a afirmação de uma liderança regional.

No discurso de apresentação de candidatura, Menezes anunciou ainda os seus mandatários – Joaquim Azevedo, presidente da Universidade Católica do Porto, e Rui Massena, programador na Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 - e deixou um recado aos seus adversários políticos. “Quero dizer a todos que tenham a vontade de avançar que não hesitem. Que não esperem vagas de fundo, nem joguem em jogos de bastidores, mas que tenham a coragem, determinação e lisura de dizer a que vêm e o que querem fazer. Que não comuniquem pelos jornais, nomeadamente, pelos jornais da capital. Comuniquem no Porto, com o Porto e para o Porto”, reiterou. 

Luís Filipe Menezes não deixou, igualmente, de elogiar o outro candidato já conhecido, Manuel Pizarro, esperando que do debate de ideias surjam contributos para um melhor Porto mas deixou um alerta. “A nossa candidatura é forte, mas não ganhamos ainda porque quem manda é o povo. Temos de ter a humildade de reconhecer isso. Outros já tiveram grandes desgostos no passado por ser sobranceiros e não respeitar essa realidade”.

Vila Nova de Gaia, como era previsível, fez-se representar em grande número. Quase todos os presidentes de Junta do PSD estiveram presentes e não deixaram de ladear Firmino Pereira, num sinal evidente de que este reúne a preferência maioritária para liderar a lista do PSD no concelho de Gaia. Destacados dirigentes de instituições gaienses, como César Gomes de Pina, José Ramos, José Carlos Leitão, Nuno Oliveira, e ainda candidatos do PSD a muitos outros municípios, sendo de destacar Pedro da Vinha Costa, candidato a Matosinhos, marcaram presença. Este último esteve numa alegre conversa com Firmino Pereira, como que preparando candidaturas e momentos futuros.

Nota ainda para a presença de vários dirigentes do CDS/PP num sinal claro que se o partido decidir não apoiar esta candidatura pode vir a dar-se mal. A divisão está feita falta saber se vai partir ou não.

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