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Já não existe credibilidade possível

O atual primeiro-ministro, quando se dirige aos portugueses com ar seráfico e meio anémico ou assustado, sem um mínimo de decoro, lucidez ou contenção, deixa-nos envolvidos numa perplexidade: fala para os seus botões ou pretende ainda inutilmente assomar às nossas consciências? É que, se atentarmos bem o discurso antes e depois da sua subida à cadeira do poder, aos portugueses torna-se de todo impossível encontrar qualquer réstia de credibilidade, por muita fé, bondade ou até benefício da dúvida que lhe poderiam conceder, mesmo aqueles que partilham as suas opções ideológico partidárias.

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Colaboração DECO

Pretendo abrir uma conta bancária, pois entendo que a mesma é necessária ao meu dia-a-dia. Contudo, nenhuma entidade bancária me permite abrir conta já que não possuo quaisquer rendimentos de trabalho. O que posso fazer?

De acordo com a Lei, a todos os consumidores deve ser dado acesso aos serviços mínimos bancários. Estes serviços mínimos incluem a abertura de conta de depósito à ordem, o acesso a cartão de débito (conhecido como cartão Multibanco), a serviços de banca online e à possibilidade de se efetuar diversas operações, como depósitos e levantamentos, pagamento de bens e serviços, débitos diretos e transferências bancárias nacionais.

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Polícia municipal – Tempo de reflexão

Assinala-se hoje (28 de agosto), o 13º aniversário da aprovação na Assembleia da República da Lei nº140/99, que permitiu às Assembleias municipais, por proposta dos executivos municipais, a criação do serviço das policiais municipais, tendo âmbito municipal no exercício de funções de polícia administrativa, com competências e atribuições bem definidas.

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O conclave da maratona

Reunidos em denominadas jornadas parlamentares, os partidos da coligação governamental tentaram transmitir-nos a ideia de forte coesão entre eles para o desempenho das ruinosas medidas de austeridade e, com esse desiderato, recorreram à metáfora ou tropo, mas esquecendo que filósofos gregos de antanho se pronunciaram negativamente sobre este sentido figurado, dizendo ser impossível com ele alcançar a verdade.

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As nossas dependências

O mais Alto Magistrado da Nação tem sugerido várias vezes a necessidade de nos virarmos para o mar, de importarmos menos produtos agrícolas e de relançarmos a nossa indústria, certamente já esquecido que foi exatamente no seu mandato como Primeiro-ministro que estas importantíssimas vertentes da economia foram pura e simplesmente desmembradas a troco de alguns «cobres» rapidamente desaparecidos em corruptas voragens. 

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