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Ramirez associa-se à primeira emissão mundial de selos em lata de conserva

Depois de ter sido a porta de lançamento de uma empresa de telecomunicações, a Ramirez, empresa histórica sediada em Matosinhos, associou-se agora à primeira emissão mundial de selos em lata de conserva. A iniciativa, em parceria com os CTT, tem como objetivo principal homenagear esta indústria conserveira e foram produzidas para o efeito 50 mil latas especialmente serigrafadas, com seis selos cada.




O ano de 1853 ficou marcado pelo lançamento do primeiro selo português (D. Maria II) mas também pela fundação da Ramirez & Cª (Filhos), SA. A coincidência motivou um desafio dos CTT: uma homenagem à indústria conserveira com a produção da primeira emissão mundial de selos em lata de conversa.

A apresentação desta original emissão filatélica, que incluiu a cerimónia de obliteração, realizou-se no passado dia 29 de novembro na nova unidade industrial da Ramirez, em Lavra, Matosinhos, e contou com a presença de Guilherme Pinto, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos; António Parada, adjunto do secretário de Estado das Pescas; Alfredo Sobral, diretor de serviços da Direção de Alimentação e Veterinária da Região Norte; Rodolfo Mesquita, presidente da União de Freguesias de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo; Castro e Melo, secretário-geral da Associação Nacional dos Industriais de Conversas de Peixe; Francisco Lacerda, presidente do conselho de administração dos CTT; e de Raul Moreira, diretor de filatelia dos CTT.

“Esta colaboração com os CTT representa uma dupla homenagem à indústria conserveira. Para além da coleção de selos que evoca a história da indústria, estes são ainda embalados e comercializados no interior de uma lata de conversa, que tivemos o orgulho de produzir”, afirmou Manuel Ramirez, presidente do conselho de administração da empresa.

O empresário admitiu ainda que esta “original emissão filatélica” envaidece a Ramirez não só pela homenagem prestada pelos CTT “a uma indústria histórica da qual a Ramirez é a representante com maior longevidade”, mas também pela “possibilidade de uma empresa a caminho do bicentenário ter parceiros como os CTT, prestes a comemorar 500 anos”.

Para o efeito foram produzidas 50 mil latas especialmente serigrafadas, com seis selos cada. A lata e os selos remetem para o passado de sucesso da indústria, recuperando em fotos e ícones os processos de fabrico de outrora. Os selos têm um valor que varia entre os 0,47€ e 1€, com uma tiragem de 125 mil exemplares.

“Mais do que uma justa homenagem à indústria conserveira portuguesa pelo seu contributo decisivo, ao longo de décadas, para a economia do país, esta emissão filatélica representa a nossa absoluta consciência em relação aos fundamentos da longevidade de ambas as empresas: saber interpretar os sinais de cada era, sem enjeitar os ensinamentos da memória”, rematou Manuel Ramirez.

Esta não é a primeira vez que a Ramirez se associa a uma empresa ou organização para a promoção de algo específico. Além de sardinhas, cavalas ou atum, ou mesmo sardinhas de chocolate, as latas de conserva da Ramirez já serviram também para o lançamento da operadora de telecomunicações WTF, sendo colocados cartões de telemóveis no interior das latas para comercialização.

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