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CEmpA: Primeiro ano com objetivos praticamente superados

Com apenas um ano de vida, o CEmpA – Centro Empresarial dos Açores, é já um caso de sucesso na Ribeira Grande. O projeto berço de empresas, que tem já uma ocupação de 80 por cento, pode mesmo, segundo Alexandre Gaudêncio, chegar aos 100 por cento ainda este ano. Por isso mesmo, o autarca ribeiragrandense lançou o desafio a João Moniz para que se comece já a pensar na ampliação do espaço.




Foi assinalado, no passado dia 22 de agosto, o 1º aniversário do CEmpA – Centro Empresarial dos Açores, numa cerimónia em que foram salientadas as principais conquistas do espaço neste primeiro ano de vida.

João Moniz, gerente do CEmpA, aproveitou a ocasião para anunciar que, em breve, passarão a ter uma marca registada, “o que acaba por ser uma marca de qualidade, dos serviços e quem lá trabalha”. “Obviamente que isso só se consegue com o trabalho, não só do Centro Empresarial mas de todas as empresas que connosco, fruto dessas parcerias, têm vindo a conseguir ganhar forma e mercado”, acrescentou.

Fazendo um balanço deste primeiro ano, João Moniz considera que as coisas têm “corrido minimamente bem”, dada a situação quer da região, quer do país, e que se nota alguma “retoma económica”, o que fez com que o Centro Empresarial atingisse os seus objetivos iniciais.

“Este mês atingimos o ponto dos objetivos que no início do ano nos propusemos. Estamos a meio do ano e a maior parte desses objetivos já foram atingidos. Obviamente que isso só se consegue com muito trabalho, mas também à custa de quem connosco acredita neste projeto, nas nossas empresas, e no centro empresarial, nomeadamente a Câmara Municipal que, desde o início, apoiou o berço de empresas cá sediado e, diretamente, as empresas que escolhem a Ribeira Grande como sede social”, referiu João Moniz.

Por seu lado, Alexandre Gaudêncio, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, elogiou o trabalho desenvolvido no CEmpA garantindo que este veio “colmatar uma lacuna, a nível do setor terciário”, e que a autarquia continua a tentar que “cada vez mais, micro e pequenas empresas se possam instalar no concelho”.

Prova disso é que, segundo Alexandre Gaudêncio, o berço de empresas já está a “80 por cento da sua capacidade”, faltando apenas dois lugares para serem preenchidos. “E ao que tudo indica, os 100 por cento podem ser atingidos até ao final do ano”, anunciou o autarca.

Este sucesso no primeiro ano levou mesmo o autarca a anunciar que é já possível pensar na segunda fase do projeto, que consiste na ampliação do CEmpA. “O sucesso deste primeiro ano é a prova clara de que esta é uma sociedade em franco crescimento e o CEmpA, como nosso braço direito para colocar as empresas no concelho, é um equipamento que merece ser acarinhado. O desafio é mesmo pensar na segunda fase e lanço o repto ao João Moniz para que, rapidamente, possa pensar na sua ampliação, porque a primeira fase está completamente esgotada. Esperamos daqui a um ano estar a inaugurar a segunda fase”, afirmou Alexandre Gaudêncio, acrescentando ainda que os contatos de empresas que querem investir no concelho não param de chegar.

Presente na cerimónia de aniversário esteve também André Cabral, em representação do Novo Banco Açores, para demonstrar o “elo de ligação” existente entre as duas entidades. “Existe uma parceria, em que algumas empresas empreendedoras com novos projetos aliciantes nos são encaminhadas para depois darmos asas para desenvolver e apoiar.

Aliás, o Novo Banco Açores está vocacionado para apoiar empresários que tenham projetos de interesse e viabilidade. E temos vindo a apoiar”, garantiu ao AUDIÊNCIA o representante.

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