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Torneio D. Bosco renasce para a festa do basquetebol

Entre 28 e 30 de dezembro, o Centro de Antigos Alunos Salesianos (CAAS) voltou a dar vida ao Torneio D. Bosco, dedicando-se ao escalão Sub-18. Os Dragon Force sagraram-se campeões deste torneio que pretende dar visibilidade ao nome do CAAS, ajudar a promover a modalidade na Associação de Basquetebol do Porto e dar oportunidade aos atletas do clube para evoluírem e crescerem. No final, a opinião era unânime entre todos os participantes: a organização que “implicou muito investimento pessoal e muito trabalho” estava “impecável”.

Durante o fim de semana passado, o Torneio D. Bosco organizado pelo Centro de Antigos Alunos Salesianos (CAAS) mostrou que a tradição ainda é o que era e voltou a realizar a verdadeira festa do basquetebol, mas desta feita, consagrada, pela primeira vez, ao escalão Sub-18.

“Esta é uma forma de premiar os atletas que fazem a formação toda aqui no clube e dar-lhes uma montra a nível nacional e esperemos no futuro também a nível internacional para que possam mostrar o trabalho que fazem no CAAS”, explicou, ao AUDIÊNCIA, Nuno Perdigão, treinador do clube anfitrião e um dos grandes responsáveis pelo “renascimento” do Torneio D. Bosco concretizado no Colégio Salesianos, no Porto.

“A minha formação foi aqui nos Salesianos e, na altura, o torneio D. Bosco já tinha muita dimensão, mas depois o CAAS fechou as portas e sofreu uma reestruturação”, contou, determinado em devolver a antiga glória ao torneio.

Torneio esse que segundo Mário Ferreira, diretor do escalão, “implicou muito investimento pessoal e muito trabalho”, e que não teria lugar se não fosse Nuno Perdigão. Francisco Miranda enquanto presidente Centro de Antigos Alunos Salesianos revelou ao AUDIÊNCIA, que a organização do torneio superou as suas melhores expetativas e que gostaria de “fazer uma segunda edição”.

Relativamente aos objetivos da realização do Torneio D. Bosco, estes foram cumpridos à risca. “Dar visibilidade ao nome do CAAS e através dessa mesma difusão também ajudar à divulgação do Colégio que está a sofrer grande alterações, ajudar a promover a modalidade na Associação de Basquetebol do Porto, porque não se faz torneio nenhum em exclusivo para o escalão Sub- 18 e dar oportunidade aos nossos atletas para evoluírem e crescerem”, explicou.

 

Organização “impecável”

Depois de enfrentar o Grupo Desportivo Basquete de Leça na final e vencê-lo por 76-59, o Dragon Force ficou em primeiro lugar, seguido da equipa de Leça da Palmeira, da Associação Desportiva Ovarense, da Seleção Sub-16 da Associação de Basquetebol do Porto, da Juventude Pacense e dos anfitriões do Centro de Antigos Alunos Salesianos.

Para Nuno Perdigão, treinador do CAAS, todos os seus atletas estão “de parabéns pela entrega que deram aos jogos e que, mesmo sendo difíceis, nunca viraram a cara à luta”.

Rui Pedro Ramos, treinador-adjunto do Grupo Desportivo de Basquete de Leça, considerou que ao longo do torneio, os seus atletas foram “crescendo em termos exibicionais e melhorando como equipa”. “Demos uma imagem aproximada daquilo que conseguimos fazer”, afirmou, acrescentando que organização foi “excelente”.

Também Mário Leite, treinador do Ovarense, quis dar os parabéns à organização que “esteve muito bem e a todo o público que esteve a ajudar as equipas”. “Ficamos num lugar do pódio. Para mim o grande objetivo de participar neste torneio é que a minha equipa aprenda a jogar”, declarou.

Por sua vez, para João Tiago Silva, treinador da Seleção Sub-16 da Associação de Basquetebol do Porto, a ideia de participar no torneio foi “conferir aos atletas que são considerados os melhores do distrito do Porto no seu escalão uma competição de nível superior”.

Relativamente ao torneio em si, o treinador chegou a participar como atleta há vários anos. “Estão de parabéns, a organização está impecável para a primeira vez”, assegurou.

 

CLINIC D. BOSCO

Treinadores de Basquetebol abordam “Formação para o Escalão Sénior”

Uma semana antes da realização do Torneio D. Bosco, o Centro de Antigos Alunos Salesianos organizou um Clinic para treinadores – Clinic D.Bosco – sob o tema: “Formação para o Escalão Sénior”. Contando com um importante painel de oradores, abordaram-se diferentes perspetivas que contribuem de modo significativo para melhorar a atuação do treinador de formação junto dos seus atletas.

Na primeira intervenção do dia, Fernando Rocha, um dos juízes mais prestigiados em Portugal e árbitro da Euroleague referiu-se à sempre polémica relação treinador/árbitro. De seguida, tomou a palavra uma das incontornáveis referências da modalidade, Jorge Araújo, que incidiu sobre os aspetos da liderança e motivação inerentes à função de treinador. Na terceira preleção da manhã, Rui Alves, experiente selecionador nacional e treinador Fibe Europe dirigiu-se aos treinadores presentes referindo-se às questões defensivas na formação. O ataque ficou a cargo do técnico José Ricardo Rodrigues, treinador do BC Barcelos que se tem destacado pela aposta constante que faz em jovens atletas.

Da parte da tarde, numa parceria com a Escola Nacional de Treinadores, a Federação Portuguesa de Basquetebol e a Associação de Basquetebol do Porto, foi apresentado o 

“Clinic Seleções Jovens Fiba Europe”, onde foram visualizadas imagens vídeo de Campeonatos Europeus e discutidas formas de trabalho adequadas ao desenvolvimento do basquetebol a nível europeu. Após esta discussão, foram sugeridos métodos de trabalho para a formação por dois dos mais prestigiados selecionadores nacionais da atualidade, Rui Alves e Ricardo Vasconcelos.

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