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Palco (27/12)

A recente estreia de Casas Pardas no Teatro Nacional São João, obriga-nos a noticiar este espetáculo que na carreira do seu encenador Nuno Carinhas é mais uma aposta na literatura portuguesa e autores portugueses. Espetáculo de forte beleza cénica reúne no palco um elenco feminino de atrizes que servem as suas personagens dotando-as de uma vida muito próxima (para mim) de um universo tchekoviano “Centrado em personagens femininas, Elisa, Elvira, Mary, Casas Pardas ultrapassa, ainda de acordo com a mesma estudiosa, a sua "explícita mensagem possível" que corresponderia, respetivamente, a cada uma dessas personagens, ao sentido de "decadência da burguesia, incipiente acesso à consciência social de elementos das camadas populares, marginal mas precursor papel do intelectual" (id. ibi.), exigindo antes do leitor uma atitude de questionamento diante da sua multiplicidade complementar de sentidos.”In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.

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“Não temos sabido preservar o nosso património”

Sob o mote “Cultura e Património”, realizou-se no passado dia 27 de novembro, a oitava tertúlia no ateliê do jornalista e artista plástico, Agostinho Santos. Germano Silva, Hélder Pacheco e Gonçalves Guimarães deram corpo a um debate conduzido por Ilda Figueiredo, onde se firmaram duas grandes posições: “Não temos sabido preservar o nosso património” e “o património mais rico de um país são as pessoas”.

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Rodrigo Costa: “A natureza é um fascínio, não me cansa”

Tendo como ponto de partida a “natureza no seu estado puro”, Rodrigo Costa retrata nas suas obras a simplicidade do belo, seja das paisagens rurais, dos elementos naturais ou de figuras. O AUDIÊNCIA esteve à conversa com o pintor gaiense que já expôs em países como Inglaterra, Irlanda ou França, na sua mais recente exposição individual, que decorreu no Porto, na Galeria Artes - Solar Santo António.

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“Um monstro sagrado da poesia”

Quem o afirma é José Machado Lopes, autor do prefácio do mais recente livro de Arnaldo Silva, “Antologia Poética” que foi apresentado no passado dia 9 na Junta de Freguesia de Matosinhos. “Se não fosse a mesquinhez do mundo literário a rebentar de inveja e cheio de capelinhas, a obra de Arnaldo Silva teria já outro destino”, o apresentador da obra perante uma casa cheia.

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“Os artistas/criadores têm de ter uma força de agitação e de denúncia”

“A Cultura como Intervenção Social” foi a aclamada temática da sétima tertúlia realizada no atelier do jornalista e artista plástico, Agostinho Santos. Perante uma plateia atestada, o debate foi enriquecido pelas várias perspetivas de um painel de oradores de luxo composto pelo próprio anfitrião Agostinho Santos que se sentou pela primeira vez na mesa dos palestrantes, Pedro Abrunhosa, reconhecido músico do Norte, o mestre José Rodrigues, escultor, Manuel Loff, historiador e professor universitário, e Joaquim Jorge, biólogo e presidente do Clube dos Pensadores. “Há artistas que só querem vender e fazem tudo para agradar o cliente. Eu não sou assim, a arte tem de abanar, tem de dizer alguma coisa”, reivindicou o jornalista e artista plástico, Agostinho Santos.

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